A elite de Jerusalém, por volta de 586 a.C., preferia vinhos com toques de baunilha
- 13 de jan.
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Conjunto de jarros de cerâmica encontrados na Cidade de Davi. Fotografia de Dafna Gazit, da Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA).
Durante o século VII a.C., a cidade de Jerusalém vivenciava uma época de prosperidade sem precedentes, crescendo em tamanho, riqueza e população. Com a anexação de Judá ao império assírio e, posteriormente, egípcio, possibilitou um papel importante no lucrativo comércio de longa distância com o sul da Arábia – amplamente referenciado em diversos textos bíblicos contemporâneos. No entanto, a arqueologia ainda não desvendou quais mercadorias eram transportadas nesse sistema comercial. As descobertas arqueológicas de jarros de cerâmica nos escombros da destruição de Jerusalém pelos babilônicos, liderados por Nabucodonosor, em 586 a.C., lançam luz sobre o conteúdo dos jarros. Os pesquisadores afirmam que a identificação dos resíduos biomoleculares preservados e alterados do conteúdo original das ânforas de cerâmica é vital para a compreensão da vida diária e da economia das sociedades antigas em questões como hábitos alimentares, costumes funerários e de culto, e redes de comércio de longa distância.
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