Análise de incensários de Pompeia revela práticas de culto doméstico
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Atualizado: há 17 horas

Incensário n° 2 (esquerda) e Incensário n° 1 (direita). Imagem original de: J. Eber. (fundo da imagem modificado por Redação História em Destaque).
Os queimadores de incenso são frequentemente descobertos em sítios arqueológicos do período romano, atestando a queima em práticas rituais domésticas, mas ainda não se sabe ao certo o que era queimado.
Em 79 d.C., com a grande erupção do Monte Vesúvio, a cidade romana de Pompeia e seus arredores foram soterrados sob espessas camadas de cinzas e lapilli. No desastre, outros tipos de cinzas também foram preservados, incluindo o material orgânico queimado nos recipientes de terracota descobertos em contexto doméstico durante escavações arqueológicas do século XX. A análise desses resíduos identificou os vasos como incensários, frequentemente utilizados como parte de rituais religiosos. No entanto, os resíduos orgânicos queimados raramente são preservados.
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